sábado, 18 de junho de 2011

Me COMPADEÇO dos Homossexuais, ODEIO a Homossexualidade e NÃO TEMO a PL 122

Por Pr. Josafá Vasconcelos


“Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor.”Mateus 9:36
“…Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, ?nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. ?Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” 1 Coríntios 6:9-11
O Senhor Jesus, olhando para as multidões, diz o texto sagrado, se compadeceu delas porque as via como ovelhas que não têm pastor. Ele bem conhecia o seu estado de miséria por causa do pecado. Sofria ao ver milhares, cativos de Satanás, convulsionando ao chão, espumando, andando em meio aos sepulcros, ferindo-se com pedras, maltrapilhos, vendidos ao pecado, como a mulher pecadora apanhada em adultério, infelizes, escravizados ao pecado. Cristo, a imagem de Deus perfeita em contraste com a imagem de Deus desfigurada (em cada um desses pecadores)! É assim que vejo os homossexuais; pecadores como eu, destituídos da glória de Deus, à mercê do diabo que os agrilhoa e faz deles o que quer. São infelizes, como eu era infeliz sem Cristo. Essas pessoas não estão preocupadas com o pecado do homossexualismo, ao praticá-lo, desejam apenas ser “felizes”. Elas foram convencidas pelo Maligno que isto é perfeitamente natural, uma opção legitima que lhes propicia grande satisfação, e por isso, ninguém, por preconceito, possui o direito de lhes coibir.
Ó como estão enganados, e, como gostaria de convencê-los disso! Porque sei que não são felizes, e a pecha que lhes atribuem, “gays” (alegres), não corresponde à realidade. Podem tentar mostrar sua alegria exteriormente, nas suas fantasias coloridas, pintadas com todas as cores do arco-íres, mas, isso de nada adiantará, seus corações continuarão tristes. Esses pobres pecadores estão praticando uma relação que nunca fez parte dos planos de Deus, e usufruindo de uma paixão considerada por Ele como “infame (Rom. 1:26) Oro e choro por eles, porque, as conseqüências serão drásticas. Satanás não quer que eles saibam disto, mas Deus lhes admoesta ao avisar da “merecida punição do seu erro”(Rom 1:27), “o salário do pecado é a morte”!(Rom 6:23) Ronda-lhes o fantasma da AIDS e os terrores do inferno.
Gostaria tanto que os homossexuais soubessem que há esperança, que há solução e completa libertação em Cristo Jesus! Quando Paulo, o Apostolo, chegou em Corinto, uma cidade ímpia ao extremo, havia ali muitas prostituas, muitos homossexuais, chamados de sodomitas, havia um templo dedicado às orgias, idolatrias e superstições; o Diabo reinava tranquilamente. O apostolo sentindo-se intimidado diante de tal cenário foi orar, e o Senhor lhe disse: “[...] pregue não te cales, pois tenho muito povo nesta cidade…”(At. 18:9-10) e assim, depois de um trabalho árduo, mais tarde pode dizer:
“[...] nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas [...] herdarão o Reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus”.
Ó como gostaria de dizer a mesma coisa aos sodomitas e efeminados de hoje!
Odeio a homossexualidade! Esta prática maligna inventada por Satanás no mais profundo do inferno. Ela foi arquitetada por ele com o propósito de zombar de Deus e de sua obra perfeita, e para a desonra de homens e mulheres. É uma prática vergonhosa, imunda, que escraviza, humilha e degrada a pessoa humana. Não adianta lutar contra o preconceito que, infelizmente, existe nas pessoas, porque ele estará no íntimo de cada praticante; eles próprios se incriminam, marginalizam-se e punem-se a si mesmos. Os homossexuais se enganam ao pensar que assumindo publicamente a prática, se acharão livres, não estarão eles serão rechaçados pela própria consciência, que como verdugo os atormentará. Ó instrumento vil nas mão do sórdido impostor! Ó tridente infernal que atormenta estas pobres almas! Até quando não virá o Justo Juiz, para te julgar, trancafiando-te no teu próprio lugar de origem, juntamente com aquele que te engendrou? Quando deixarás para sempre de insultar a Deus e aviltar os homens? Te odeio homossexualidade vil!
Quem és tu PL122? Lei injusta, usurpadora da liberdade. Pretendes amordaçar os fieis, ameaçando-os de multa e prisão? Não sabes que os que amam a verdade de Deus não se intimidam? Eles já têm sobre si a sentença de morte; morreram com Cristo para este mundo, e a única coisa que desejam é viver para Deus. Nada deterá esses pregoeiros da justiça, nem os fará calar contra esta prática opressora de Satanás, que aflige essas pobres almas, as quais eles amam e desejam que sejam livres através da denúncia contra tal pecado e pela proclamação do Evangelho de Cristo. Esta é a única esperança capaz de libertá-los da condenação eterna. Ó Fútil, ignóbil e imprestável lei, pensas que silenciarás os púlpitos? Invalidarás os blogs e sites dos arautos da verdade? Ainda que fizesses as próprias pedras clamariam, e nos cantos obscuros das masmorras estes homens de Deus, ainda lá estariam orando, consumidos de amor pela pobre alma de cada homossexual, para que seja livre, salva, lavada e santificada em o nome do Senhor Jesus.

Pr. Josafá Vasconcelos
Igreja Presbiteriana da Herança Reformada – Salvador – BA

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Não há Segurança para os ímpios – Jonathan Edwards


Nem por um momento há segurança para os ímpios, pois não há meio visível de morte ao alcance. Não há segurança para o homem natural, que hoje tem saúde e não vê por qual meio deveria agora sair imediatamente do mundo através de qualquer acidente, não havendo perigo visível sob qualquer aspecto em suas circunstâncias. A múltipla e ininterrupta experiência do mundo em todos os séculos mostram que esta não é evidência de que o homem não está na beira da eternidade e que o próximo passo não será no outro mundo. A invisível e não premeditada forma das pessoas saírem do mundo são inumeráveis e inconcebíveis. Os homens não-convertidos andam sobre a cova do inferno numa cobertura podre, havendo incontáveis lugares fracos nesta cobertura que não suportarão o peso — e tais lugares não são visíveis.

As setas da morte voam invisíveis ao meio-dia; a visão mais aguçada não as pode discernir. Deus tem tantas maneiras inescrutáveis e diferentes de tirar os ímpios do mundo e de os enviar ao inferno que não há nada que indique que Deus tenha necessidade de estar às custas de um milagre, ou de sair do curso ordinário da sua providência para, a qualquer momento, destruir o ímpio. Todos os meios que há para os pecadores saírem do mundo estão nas mãos de Deus e estão de tal maneira universal e absolutamente sujeitos ao seu poder e determinação que não dependem nem da mera vontade de Deus se os pecadores vão a qualquer momento para o inferno, mais do que se nunca fossem usados ou estivessem relacionados com o caso.

A prudência e cuidado dos homens naturais em preservar a própria vida, ou cuidar dos outros para os preservar, não lhes garante um momento sequer. Para isso, a providência divina e a experiência universal também dão testemunho. Há a evidência clara de que a própria sabedoria dos homens não é garantia de livramento da morte. Se fosse, veríamos a diferença entre os sábios e prudentes do mundo, e os outros com respeito à propensão à morte prematura e inesperada. Mas como é de fato? "E como morre o sábio, assim morre o tolo!" (Ec 2.16).

Os esforços e maquinações que todos os ímpios usam para escapar do inferno, enquanto continuam rejeitando a Cristo e, assim, permanecem ímpios, nem por um momento os livra do inferno. Quase todo homem natural que ouve falar do inferno exalta-se de que escapará dele. Ele depende de si para segurança própria. Ele se gloria no que faz, ou no que pretende fazer. Toda pessoa projeta meios na mente sobre como evitar a condenação ao inferno, se gaba de ter maquinado bem para si e que suas manobras não falharão. Eles ouvem, de fato, que há poucos que se salvam e que a maioria dos homens que morreram antes foi para o inferno. Mas cada um imagina que dispõe de melhores meios para a própria fuga do que os outros. Ele não pretende ir àquele lugar de tormento. Ele fala para ele mesmo que pretende ser eficiente em seus cuidados e engendrar meios para não fracassar.

Mas os tolos filhos dos homens se iludem miseravelmente em seus esquemas e na confiança da própria força e sabedoria. Andam confiando em nada mais que sombra. Muitos daqueles que antes viviam por meio da graça e que hoje estão mortos, foram indubitavelmente para o inferno — não porque eles não eram tão sábios quanto os que agora vivem, não porque eles não projetaram meios para garantir a própria fuga. Se pudéssemos falar com eles e lhes perguntar, um por um, se eles algum dia esperavam, quando vivos que ouviam falar do inferno, ser objetos dessa miséria, nós, sem dúvida, ouviríamos uma resposta mais ou menos assim: "Não, nunca quis vir para cá. Tinha engendrado muitas outras maneiras em minha mente de me livrar disso. Pensei que tinha planejado bem. Pensei que meu esquema fosse bom. Pretendi ser eficiente em meu cuidado, mas me sobreveio inesperadamente. Não olhei para esta- situação naquela época e dessa maneira. Veio como ladrão. A morte me burlou. A ira de Deus foi muito rápida para mim. Maldita tolice a minha! Eu me gabava e me iludia com sonhos vãos do que faria no outro mundo. Enquanto eu falava: Paz e segurança, me sobreveio súbita destruição".

Deus se sujeitou a si mesmo sem obrigação, sob qualquer promessa, manter o homem natural fora do inferno por um momento. Deus seguramente não fez promessa de vida eterna, ou de libertação, ou de preservação da morte eterna, mas o que está contido no concerto da graça, as promessas que foram dadas em Cristo, em cujas promessas são baseadas em sim e amém. Mas certamente eles não têm interesse nas promessas do concerto da graça, pois não são filhos do concerto, não crêem em nenhuma das promessas e não se interessam pelo Mediador do concerto.

De forma que por mais que alguns imaginem e projetem acerca das promessas feitas aos homens naturais que buscam e interpelam seriamente, está claro e manifesto que todo o esforço que o homem natural faz em religião e por mais que toda a oração que se faça até que se que creia em Cristo, não está de forma alguma sob a obrigação de Deus guardá-lo da destruição eterna.

De maneira que é assim que os homens naturais são segurados na mão de Deus acima da cova do inferno. Eles mereceram o inferno incandescente e já estão sentenciados. Deus é horrivelmente provocado. Sua ira contra eles é tão grande quanto os que de fato sofrem a execução da ferocidade de sua ira no inferno, e eles não fizeram nada para pelo menos aplacar ou enfraquecer essa ira, nem está Deus no mínimo sujeito por promessa, guardá-los um momento sequer. O Diabo espera por eles, o inferno escancara a boca para eles, as chamas se juntam e flamejam sobre eles e de bom grado os agarram e os engolfam. O fogo contido nos seus corações se debate para incandescer. Eles não têm interesse em um Media-dor, não há meios ao alcance que lhes possa servir de segurança. Em suma, eles não têm refúgio, nada a que se agarrar. Tudo que os preserva a cada momento é a mera vontade arbitrária e a misericórdia não obrigatória e não ligada ao concerto de um Deus irado.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Por Quê Igrejas Presbiterianas pelo Mundo estão Aceitando Pastores Homossexuais?

Duas denominações presbiterianas acabam de decidir no plenário de suas Assembléias Gerais que homossexuais praticantes podem ser pastores nas igrejas delas.

A primeira foi a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América (PCUSA).

E ontem, foi a vez da Igreja Presbiteriana da Escócia. Veja a notícia aqui:

Estas resoluções foram tomadas depois de muitos anos de conflitos internos e discussões teológicas. E em ambas as igrejas, o voto passou com uma maioria apertada. Os pastores, presbíteros, diáconos e membros destas denominações que discordam da decisão, e que por muito tempo lutaram para que ela não fosse aprovada, enfrentam agora o dilema de saber qual é a coisa correta a fazer. Com certeza, muitos sairão para outras denominações ou para formar novas igrejas; outros, ainda, permanecerão na esperança de que um dia as coisas mudem.

A pergunta que não quer calar é como igrejas de origem reformada, que um dia aceitaram as confissões de fé históricas e adotaram os lemas da Reforma, especialmente o Sola Scriptura, chegaram a este ponto? Em minha opinião, o que está acontecendo hoje é o resultado lógico e final da conjunção de três fatores: a teologia liberal que foi aceita por estas igrejas, a conseqüente rejeição da autoridade infalível da Bíblia e a adoção dos rumos da sociedade moderna como norma.

O processo pelo qual estas denominações passaram, uma na Europa e outra nos Estados Unidos, é similar. As etapas vencidas são as mesmas. Primeiro, em algum momento de sua história, em meados dos séculos XIX, o método crítico de interpretação da Bíblia passou a ser o método dominante nos seminários e universidades teológicas destas denominações. Boa parte dos pastores formados nestas instituições saíram delas convencidos que a Bíblia contém erros de toda sorte e que reflete, em tudo, o vezo cultural de sua época. Para eles, os relatos bíblicos dos milagres são um reflexo da fé dos judeus e dos primeiros cristãos expresso em linguagem mitológica e lendária.

Segundo, uma vez que a Bíblia não poderia ser mais considerada como o referencial absoluto em matérias de fé e prática, devido ao seu condicionamento às culturas orientais antigas e patriarcais, estas denominações aos poucos foram adotando as mudanças culturais e a direção da sociedade moderna como referência para suas práticas.

Terceiro, com a erosão da autoridade bíblica e o estabelecimento da cultura moderna como referencial, não tardou para que estas igrejas rejeitassem o ensinamento bíblico de que somente homens cristãos qualificados deveriam exercer a liderança nas igrejas e passaram a ordenar mulheres como pastoras e presbíteras. As passagens bíblicas que impõem restrições ao exercício da autoridade por parte da mulher nas igrejas foram consideradas como sendo a visão patriarcal dos autores bíblicos, e que não cabia mais na sociedade moderna.

O passo seguinte foi usar o mesmo argumento quanto ao homossexualismo: as passagens bíblicas que tratam as relações homossexuais como desvio do padrão de Deus e, portanto, pecado, foram igualmente rejeitadas como sendo fruto do pensamento retrógrado, machista e preconceituoso dos autores da Bíblia, seguindo a tendência das culturas em que viviam. A igreja cristã moderna, de acordo com este pensamento, vive num novo tempo, onde o homossexualismo é comum e aceito pelas sociedades, inclusive com a aprovação do Estado para a união homossexual e benefícios decorrentes dela.

E o resultado não poderia ser outro. O único obstáculo para que uma igreja que se diz cristã aceite o homossexualismo como uma prática normal é o conceito de que a Bíblia é a Palavra de Deus, inerrante e infalível única regra de fé e prática para o povo de Deus. Uma vez que esta barreira foi derrubada - e a marreta usada para isto sempre é o método crítico e o liberalismo teológico - não há realmente mais limites que sejam defensáveis. Pois mesmo os argumentos não teológicos, como a não procriação em uniões homossexuais e a anormalidade anatômica e fisiológica da sodomia, acabam se mostrando ineficazes diante do relativismo da cultura moderna. E as igrejas que abandonaram a autoridade infalível da Palavra de Deus acabam capitulando aos argumentos culturais.

Nem todos os que adotam o método crítico são favoráveis ao homossexualismo. E nem todos liberais são a favor da homossexualidade. Mas espero que as decisões destas duas igrejas, que têm em comum a adoção deste método e a aceitação do liberalismo teológico, sirvam como reflexão para os que se sentem encantados com o apelo ao academicismo e intelectualismo da hermenêutica e da teologia liberais.

Fonte:http://tempora-mores.blogspot.com/

Que o Senhor tenha misericórdia e nos dê forças para vivermos nos dias de hoje!
Toda Glória a Ele!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Adão e o reino da ira (Sermão em Rm 5:12-14)

Por Danyllo Gomes

ROMANOS 5:12-14RA

·         Introdução:
Ø  Panorama geral da carta:
o   Foi escrita à igreja de Roma (Rm 1:7). Falar sobre “obvio”
o   As igrejas de Roma eram compostas tanto de judeus como de gentios. (Rm 1:18-32 ele fala dos gentios, Rm 3:9-20 ele fala dos judeus)
o   O objetivo da carta é por causa de desavença que está acontecendo dentro da igreja entre os judeus e gentios.
o   Ele afirma que os judeus e os gentios são justificados mediante a fé, em Cristo.
o   Mostrar que a salvação pode ser alcançada tanto pelos judeus como pelos gentios.
o   Temas centrais da carta de Romanos: pecado, lei, juízo, destino humano, fé, obras, graça, justificação, santificação, eleição, o plano da salvação, a obra de Cristo e do Espírito, a esperança cristã, a natureza e a vida da igreja, o lugar dos judeus e dos gentios nos propósitos de Deus, o significado do antigo testamento, os direitos e os deveres da cidadania cristã e os princípios da devoção pessoal e da moralidade.
Comparação da carta: No Novo Testamento, a carta aos Romanos e a carta aos Hebreus são pontes do Antigo para o Novo Testamento. Para entendermos bem a ligação o antigo e o novo testamento, o ideal é entendermos essas duas cartas.
·         Verso 12:
Ø  “...por um só homem entrou o pecado no mundo...”
o   Esse “um só homem” é Adão. Vemos aqui a doutrina da Federação Calvinista, isto é, Adão como representante federal de toda raça humana caída, porém Cristo é o representante federal de todos os eleitos diante de Deus. Mas não devemos nos confundir. Somos considerados pecadores não por causa de Adão, mas por causa de nossos pecados.
o   Pecado original: a raça foi criada no homem Adão como um organismo (um simples exemplo de que o mundo foi criado como o organismo é a natureza. A natureza não pecou, o homem pecou, porém a natureza também sofreu com o pecado do homem. O pecado entrou no mundo.). E ele carregava nossa natureza, e ela foi corrompida. É o mesmo que colocarmos uma semente corrompida para brotar. O que ela vai produzir? Frutos corrompidos!
o   Nós pecamos porque somos pecadores e não somos pecadores porque pecamos.
o   Comparação entre os eleitos e os ímpios. Deus olha pra um eleito, ver Cristo; Deus olha pra um ímpio, ver pecador. Pois a nossa justiça não é por causa de nós, mas por causa de Cristo.
o   Simples prova de que Deus criou o mundo perfeito. “...entrou o pecado no mundo...”, logo se o pecado entrou é porque não estava.
Ø   “...,e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou para todos os homens, porque todos pecaram.”
o   Quem decidiu punição do pecado não foi o próprio pecado, mas Deus. Deus fez o pacto com Adão; se ele continuasse em obediência nada lhe aconteceria, entretanto se desobedecesse morreria.
o   Nós morremos por causa dos nossos pecados, e não pelos de Adão. Morremos em conseqüência do pecado de Adão, mas não por causa de seu pecado.
o   O pecado de Adão foi imputado para “todos os homens”.
·         Verso 13
Ø  “Porque até ao regime da lei havia pecado no mundo...”
o   Simplificando: entre Adão e a lei o pecado já estava no mundo.
o   O problema estava no pensamento dos Romanos. Como entre Adão e a lei não havia a lei, não havia definição de pecado específico, o Paulo está querendo dizer é que da mesma forma que as pessoas que viveram depois da lei são punidas por seus pecados, da mesma forma aqueles que viveram antes da lei vão ser culpados pelos seus pecados.
Ø  “..., mas o pecado não é levado em conta quando não há lei.”
o   Nós não podemos entender esse texto como se Deus não fizesse julgamento àquelas pessoas da época. Uma afirmação dessa seria um erro, pois vemos que Deus julgou. Exemplo: Caim (Gn 4:3-14)
o    “levado em conta” à no grego significa “colocar na conta de alguém”, que é o mesmo que imputar.
o   Simplificando o texto: o pecado não é imputado a alguém quando não há lei.
o   O homem não irá se culpar de nenhum pecado, a não ser que seja forçado a fazê-lo, e o que força é a lei. (LER OBS) Então, o quando Paulo diz que o pecado não é imputado sem a lei, ele está falando em termos comparativos, pois quando os homens não se sentem obrigados a agir pela lei, eles caem em preguiça. Os homens apenas ficam mais tolerantes consigo mesmo, já que não se sentem culpados.
OBS: O objetivo da lei é nos mostrar o quanto somos miseráveis em relação à santidade de Deus. A lei não foi feita para que através do cumprimento dela sejamos salvos, como dizem alguns, mas para nos mostrar o quanto precisamos da graça de Deus em nossas vidas, pois nunca vamos conseguir cumprir essas leis.
o   Embora os homens fossem tolerantes consigo mesmo, não poderão escapar do juízo divino, mesmo quando não exista lei.
o   Aqueles que não tem nenhuma lei, não atribuía pecados aos outros.
·         Verso 14:
Ø  “Entretanto, reinou a morte desde Adão até Moisés...”
o   Simples prova de que a humanidade já era pecadora.
o   Se o livre-arbítrio realmente existisse, o melhor momento para usá-lo seria nesse período, pois não existia nenhuma lei para julgá-los, então os homens se viam mais livres ainda, porém isso não acontece. Os homens continuaram perdidos, e o seu “livre-arbítrio” só serviu para condená-los mais.

Ø  “..., mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir.”
o   O pecado de Adão foi à desobediência, então o que o texto está querendo dizer é que mesmo aqueles que pecam “outro tipo de pecado” (ex:mentira), está debaixo de morte do mesmo jeito.
o   Vemos aqui a comparação de Adão e Cristo. Adão prefigura o há de vir, que é Cristo, isso quer dizer que ele é uma figura de Cristo. Devemos prestar atenção nessa figuração, é uma comparação de contraste e não de igualdades. Pois do mesmo jeito que Adão representa a ruína da humanidade diante de Deus, Cristo representa a justiça.
·         Aplicações:
Ø  Estamos buscando santidade? Eu devo ser inimigo do pecado! Precisamos nos lembrar que a salvação é de cima para baixo, mas a santidade é de baixo para cima.

QUE O SENHOR NOS ABENÇOE!

domingo, 27 de março de 2011

Permanente!


amor, como tu faz falta!

É tão bom te ter por perto,
é tão bom ficar esperando uma ligação tua,
ou esperar dar a hora para eu ligar,
a única coisa que quero é contigo falar.

É tão bom sair contigo, fazer surpresa,
surpreender-te (hehe).
É tão bom acordar com tua voz, seja ela
como for, com sono ou entusiasmada no
intervalo do colégio,
falar contigo é sempre um privilégio.

É tão bom quando tu me escuta.
Quando não me liga porque o
celular descarrega, tu sem culpa
me pede desculpa.

Meu amor, que juntos cresçamos no Senhor.

Espero o quanto for necessário,
para que juntos possamos fazer nosso intinerário.

...Poderia escrever os 1024 caracteres do depoimento,
 mas não seria o bastante para acalmar o meu sofrimento.

Alane, quero te ligar, quero voltar..
e contigo pra sempre ficar!

#DanylloGomes

quinta-feira, 17 de março de 2011

Algumas coisas que Deus gosta.....


Deus gosta de música, de dança, de arte e cultura. 
Deus gosta dos ritmos diferenciados, de instrumentos diversificados, de contemplação, balanço e gingado. Deus gosta da música do sabiá, da canção afinada do pintassilgo, da melodia do curió, da suavidade do rouxinol. 
Deus gosta de cores, gosta da mata, dos verdes campos, do azul do mar, do vermelho das flores; Deus gosta dos animais, das plantas, dos vegetais, dos simples pardais.
Deus gosta de poesia, de belas canções, de doces melodias, de festa, do sorriso, de alegria.
Deus gosta da vida, do silêncio, dos tons musicais, das interpretações teatrais, da gargalhada descompromissada, do choro emocionado, de ternos abraços apaixonados.
Deus gosta da amizade guardada a sete chaves debaixo do peito, Deus gosta de cumplicidade, de carinho, dignidade e respeito.
Deus gosta do almoço de domingo, da família unida, do por do sol, das noites de verão, das tardes festivas, do beijo entre irmãos, de carinho, perdão e reconciliação.
Deus gosta de paz, de harmonia, de afeto noite e dia. Deus gosta do sorriso da criança, Deus gosta de mim, gosta de você.

Como Deus é maravilhoso!

Renato Vargens